As mudanças recentes no saque-aniversário do FGTS já provocam impactos concretos:
✔️ queda superior a 80% nas contratações de antecipação
✔️ retirada de bilhões de reais da economia real
✔️ aumento do endividamento de trabalhadores, especialmente os de baixa renda e negativados
Esses pontos foram amplamente debatidos no Seminário “Mudanças no saque-aniversário do FGTS”, realizado pelo Jornal O Globo, que reuniu parlamentares, economistas, representantes do comércio, do sistema financeiro e da defesa do consumidor.
O consenso foi claro: restringir o saque-aniversário é um retrocesso econômico e social.
A modalidade não compromete o FGTS, não transfere recursos ao sistema financeiro e oferece uma das linhas de crédito mais baratas do mercado, permitindo que milhões de brasileiros quitem dívidas, mantenham o consumo essencial e preservem sua dignidade financeira.
A ANEC entende que políticas públicas devem ser avaliadas com base em evidências, dados e resultados concretos. O saque-aniversário ampliou o acesso ao crédito, reduziu custos financeiros, estimulou o consumo responsável e contribuiu para a dinamização da economia formal. Caso existam pontos a serem ajustados, como regras específicas em situações de desligamento do emprego, o caminho adequado é o aperfeiçoamento do modelo, e não sua descaracterização.
Defender o saque-aniversário é defender o direito de escolha do trabalhador, o crédito responsável e uma economia mais inclusiva, dinâmica e equilibrada. O Brasil precisa fortalecer políticas que funcionam — e não restringir instrumentos que geram impacto positivo direto na vida de milhões de brasileiros.
Assista o Seminário Mudanças no saque-aniversário do FGTS no canal do Youtube do Jornal O Globo

