Atenção! Até 30 de setembro, as Certificações ANEC ainda incluem o conteúdo de PLDFT. Adquira sua certificação antes da nova estrutura entrar em vigor e tenha 3 anos de validade com o conteúdo de PLDFT incluído, sem necessidade de realizar uma certificação específica em PLDFT.

Falso comunicado do INSS: o alerta que todo correspondente bancário deveria repassar ao cliente 60+

Mensagens por WhatsApp ou SMS avisando sobre “bloqueio” ou “suspensão” de benefício,
pedindo o envio de senha, código de acesso ou confirmação por biometria, seguem entre os
golpes mais recorrentes contra aposentados e pensionistas.


Um ponto simples, mas decisivo: o INSS não solicita senha, código de aplicativo ou
biometria por telefone, SMS ou WhatsApp. Comunicados oficiais sobre benefício são feitos
pelos canais próprios — Meu INSS (aplicativo ou site) ou central 135.

Dicas práticas para repassar ao cliente

  • Qualquer mensagem pedindo dados de acesso em troca de “regularizar” o benefício é golpe
    — sem exceção.
  • Diante de dúvida sobre a situação do benefício, o caminho seguro é abrir o aplicativo Meu
    INSS diretamente, sem clicar em links recebidos por mensagem.
  • Vale conferir periodicamente a margem consignável disponível pelo Meu INSS — é a forma
    mais rápida de identificar um empréstimo consignado contratado sem autorização.
  • Ligações que se identificam como “central antifraude do banco” e pedem transferência para
    uma “conta segura” seguem a mesma lógica de golpe: nenhuma central de banco pede
    transferência de valores para “proteger” o dinheiro do cliente.

Reforçar essa orientação de forma simples e recorrente — no atendimento, em materiais de
agência ou em contato telefônico — é uma das formas mais efetivas de reduzir a incidência
desse golpe entre o público 60+.