A Associação Nacional das Empresas Correspondentes Bancárias (ANEC) acompanha com atenção as recentes instabilidades operacionais nos sistemas utilizados para o atendimento a aposentados e pensionistas do INSS, situações comuns em ambientes tecnológicos de grande escala e que tendem a gerar impactos temporários, especialmente em períodos de maior demanda. Nesse cenário, o canal correspondente tem exercido um papel essencial como principal ponto de acolhimento, orientação e esclarecimento à população que busca acesso aos serviços previdenciários.
Segundo a presidente da ANEC, Monica Costa, o correspondente bancário foi criado para ampliar a inclusão financeira de uma parcela da população que historicamente enfrenta dificuldades de acesso aos serviços bancários e ao crédito, além de contribuir para a redução das desigualdades regionais, sobretudo em áreas rurais, periferias e pequenos municípios. No início do ano, quando a procura por atendimento aumenta de forma significativa, os correspondentes intensificam sua atuação para reduzir dúvidas, evitar deslocamentos desnecessários e apoiar o beneficiário em todas as etapas do atendimento.
Mais do que ofertar crédito com condições acessíveis, os correspondentes tornaram-se, ao longo do tempo, verdadeiros pontos de referência presencial, oferecendo informação, orientação e acompanhamento a um público que ainda carece de inclusão digital. A ANEC reforça sua postura colaborativa e se mantém à disposição para contribuir com a melhoria contínua dos processos, valorizando o diálogo entre os atores do sistema e o fortalecimento do canal correspondente como elo estratégico para garantir capilaridade, eficiência e atendimento humanizado aos aposentados e pensionistas.
Fonte: Vip Ceo

